De acordo com a pesquisa Global de Confiança do Consumidor do 2º
Trimestre deste ano, realizada pela Nielsen, apesar de 39%
da população ter a intenção de pagar dívidas, cartão de crédito e empréstimo, a
decisão de gastar com roupas novas, viagens e melhorias para o lar cresceu,
respectivamente, de 30% para 33%; de 19% para 20% e de 14% para 17% do primeiro
para o segundo trimestre de 2013. “Tais
tendências de consumo dão um fôlego na perspectiva da economia, já que na
contrapartida a confiança do consumidor brasileiro caiu dois pontos, atingindo 110”, pontua Claudio Czarnobai,
gerente de atendimento da Nielsen.
O executivo esclarece que a população está mais cautelosa, mas isso não
significa que deixarão de comprar itens que saia do consumo básico. Apesar de
ter crescido o percentual das pessoas que acreditam que o Brasil esteja em
recessão, de 37% para 41%, a grande maioria não possui tal percepção. Prova
disso, é o tema “economia” estar entre as três principais preocupações entre os
países latinos. Já no Brasil, questões como saúde, equilíbrio entre a vida
profissional e pessoal além da criminalidade são as três principais
preocupações, economia está na quinta posição, atrás ainda da educação e
sustento dos filhos.
Além disso, 58% dos brasileiros consideram boas as perspectivas de
emprego para os próximos 12 meses e 10% consideram excelentes. “Mesmo com as possibilidades
de inflação e as perspectivas para o PIB, jogadas para baixo a cada semana, o
brasileiro ainda se mantém como um dos mais otimistas da América Latina, mas os
números já provam que estão todos bem atentos com os caminhos da economia”,
finaliza Czarnobai.
