Mostrando postagens com marcador Nielsen. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nielsen. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

REGIÃO SUL DO BRASIL É A MAIS SENSÍVEL A PREÇOS DA AMÉRICA LATINA

Com indicadores socioeconômicos que se aproximam da realidade de países desenvolvidos e com 40% dos shoppers (aquele que decide a compra) nas classes altas (A e B), o Sul do Brasil se posiciona com um consumo mais criterioso e racional que as demais localidades do país. 

A pesquisa, realizada pela Nielsen, também destaca a sensibilidade da população do Sul em relação a preços dos produtos. “56% das marcas nacionais, que apresentaram um bom desempenho, reduzem seu índice de preço frente à categoria, reforçando tal cenário na região e, quando comparado até a outros países da América Latina, o Sul é o que possui maior elasticidade nesse quesito“, afirma Daniel Silveira, analista de mercado da Nielsen.


Com 92% da população nas classes A, B e C, o peso dos gastos em  bens secundários e terciários é maior, uma vez que o consumo primário já está consolidado há alguns anos. “O volume movimentado nas cestas de consumo - predominantemente bens primários (alimentação e bebidas) - dos três estados teve uma retração maior que a média nacional, principalmente pela qualificação do consumo ocorrer em menor intensidade por aqui”, explica Silveira.

Regionalismo – 90% do varejo do Sul, considerando lojas de autosserviços, é concentrado em cadeias regionais, que colaboram com 74% do faturamento da região.  Produtos de marcas regionais também se destacam, crescendo 38% acima das nacionais nos super e hipermercados, no período dos últimos 12 meses.
Nas categorias em que ganham importância, as marcas regionais são impulsionadas por distribuição, atuando com um preço próximo à média da categoria.  Já as marcas nacionais destacam-se com investimentos no ponto de venda e preços competitivos, além de lançamentos que focam em atributos valorizados pelo consumidor como, por exemplo, saudabilidade.

Entretanto, existe uma tendência nacional na região: a do consumidor que compra em diversas lojas – conhecido como multicanal –, que fez com que o número de lojas crescesse 8% na localidade. O crescimento médio de canais visitados pelos consumidores sulistas cresceu 10,3%, enquanto a média brasileira retraiu 1,2%.

“A singularidade do shopper desta região exige das empresas um trabalho claro de entrega de valor agregado e que mostre uma sinergia entre custo x benefício, que deve ser comunicado”, finaliza Silveira. 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

EVENTO APRESENTA TENDÊNCIAS DE FARMA E PERFUMARIA


Exclusiva para proprietários e gestores de perfumarias e drogarias, a 2a edição do Fórum de Negócios Beauty Fair traçará um panorama sobre as principais tendências do segmento.

Nesta edição, que tem a coordenação de conteúdo realizada pela Gouvêa de Souza, o coordenador de operações especiais do BOPE, Paulo Storani, vai mostrar como construir uma equipe de sucesso, em um painel que tratará somente sobre a importância do fator humano para a estratégia do negócio.

Durante o evento, também será apresentado um resumo dos resultados da pesquisa exclusiva que a Nielsen fez para a Beauty Fair sobre hábitos de consumo. Além disso, duas pesquisas da Nielsen, uma denominada Homescan (domicílios)  feito com 8 mil famílias, e a outra Scantrack, com canais de venda, trarão uma visão do shopper de higiene e beleza em relação aos diferentes locais de compra. Os resultados vão revelar como está esse mercado no Brasil, que categorias de produto e canais se destacam, qual é a percepção do shopper sobre cada um deles, os gastos mensais nesse segmento, como se dá o processo de compra, quem é o shopper, e como estão as perfumarias nesse cenário. A pesquisa foi realizada nos Estados de SP, RJ, PE, RS, o que dá uma percepção nacional sobre o comportamento de compra.

Outros assuntos abordados durante as palestras são estratégias para a escolha do ponto comercial e a importância do design, além de cases de sucesso. Um deles é o da Livraria Cultura. O CEO da empresa, Sérgio Herz, vai tratar sobre como otimizar o ponto de venda para a melhor experiência do consumidor. Já Caito Maia, fundador e CEO da Chilli Beans, contará detalhes sobre trajetória de empreendedorismo da marca. 

Mais informações: http://www.beautyfair.com.br/ 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

DONA DE CASA NORDESTINA É MAIS “TENTADA” A COMPRAR NOVIDADES QUE AS DEMAIS NO BRASIL


No último ano, o consumo no Nordeste cresceu 2,4%, enquanto a média no Brasil caiu 0,5%. Nenhuma outra região atingiu tal desempenho neste período, sendo a classe média o principal motivador, com uma contribuição de 71% desse crescimento. Mas, o que mais se destaca na edição da pesquisa do Nordeste 2013 realizada pela Nielsen são os 28% das nordestinas que se sentem “tentadas” a comprar novidades, enquanto a média brasileira é de 26%. 

“Quando falamos de shoppers de grandes redes no Nordeste, 45% deles também estão mais propensos a experimentar novidades, gastando em média R$ 48,60 por compra, valor 30% maior que a média da região”, avalia Luciana Ignez, analista de mercado da Nielsen. Os novos itens colocados à disposição dos consumidores nordestinos possuem papel importante no desempenho das cestas avaliadas pela Nielsen. No último semestre de 2012 e no primeiro deste ano, nas grandes redes varejistas, 53% do crescimento em faturamento das cestas da região se deve às novidades. Apesar dos números altos, a indústria ainda tem muito espaço a explorar.

De todos os lançamentos realizados no Brasil nos últimos dois semestres, que totalizaram mais de 19 mil itens, 48% também estão no Nordeste. Entretanto, ainda de acordo com a executiva, há oportunidades para melhorar a performance das novidades na região com assertividade na distribuição, planos adequados a cada tipo de categoria e posicionamento de preços.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

PESSOAS QUE MORAM SOZINHAS COMPRAM PRODUTOS MAIS CAROS


De acordo com a empresa de pesquisa Nielsen, pessoas que vivem sozinhas tendem a consumir produtos mais caros. "Lares que tem indivíduos morando sozinhos gastaram 36% a mais do que a média no Brasil no consumo de sobremesas prontas”, exemplifica Jefferson Silva, gerente de Homescan da Nielsen. Suco concentrado e chá pronto são mais dois exemplos destacados pelo gerente, que representam o consumo maior que o restante do Brasil, com, respectivamente, 39% e 5%.

Este cenário ocorre mesmo com tal perfil de consumidor indo menos vezes ao ponto de venda, cerca de 81 vezes ao ano, enquanto a média brasileira é de 119 vezes. Além disso, como são “famílias” menores, eles também gastam menos por ato de compra, por volta de R$10,76 contra R$13,52 da média nacional.

Os 2,3 milhões de lares de pessoas que moram sozinhas se concentram na Grande São Paulo, em Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, e o consumo desses lares cresceu 6%, índice menor que a média nacional, que atingiu 8%.
O gerente também esclarece que existem outras categorias de grande potencial para este grupo, como o café solúvel e antisséptico bucal, que possuem apenas 28% e 19% do consumo vindo dos lares “sozinhos”, no último ano, respectivamente.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

APESAR DO PREJUÍZO DE R$ 4 BILHÕES, APENAS 3 EM CADA 10 SUPERMERCADOS PRIORIZAM A PREVENÇÃO DE PERDAS

Um prejuízo bilionário, constante e evitável, para o setor  supermercadista brasileiro. De acordo com a 13ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro, elaborada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) em parceria com a FIA/Provar, Ibevar e Nielsen, apresentada no dia 14, os prejuízos dos supermercados com perdas de todos os tipos foram de R$ 4,74 bilhões, cifra equivalente a 1,95% do faturamento do setor. Realizada entre junho e julho de 2013, a pesquisa consultou 214 empresas, que, juntas, possuem 2.217 lojas e mais de 250 mil funcionários.

O diretor de Comunicação da Gunnebo Gateway Brasil, Luiz Fernando Sambugaro destaca a análise feita pelo vice-presidente da Abras, Marcio Milan, no evento de apresentação da pesquisa: “Ela contribui para mostrar a importância e popularizar ainda mais o tema da prevenção de perdas. O lucro líquido do setor supermercadista em 2012 foi de apenas 1,90% sobre o faturamento bruto, enquanto as perdas atingiram 1,95%. Se o supermercadista conseguir diminuir esse índice, o seu esforço é transferido para a última linha do balanço, melhorando o resultado da empresa”. 
Para Sambugaro, ele foi preciso e muito feliz na análise. “O próprio estudo constata que, de cada 100 empresas consultadas, apenas 28 possuem uma área específica de prevenção de perdas, ou seja, a maioria não planeja ações para reduzir as consequências de uma das principais causas de prejuízo para o negócio e nem sequer realizam medições do que perdem com furtos internos e externos, por exemplo”, afirma o diretor da Gunnebo Gateway Brasil, (www.gateway-security.com.br), líder nacional em soluções tecnológicas para a proteção eletrônica de mercadorias no varejo e uma das maiores companhias do mundo na área de segurança.

O estudo revela também que os furtos externos e internos de mercadorias continuam sendo as principais causas das perdas nos supermercados. Elas são responsáveis por 21,4% e 13,1%, respectivamente, das ocorrências nesses estabelecimentos. Perdem apenas para as quebras operacionais (produtos danificados pelos clientes, validade vencida, embalagens vazias cujo conteúdo é furtado etc.), com um índice de 33,4%.

A novidade dessa edição da pesquisa foi o levantamento das perdas nas principais seções do varejo supermercadista. Perfumaria (1,49%), Eletro (0,45%) e Têxtil (0,44%) estão entre os 12 departamentos que mais sofrem prejuízos. Os três mais visados pelos clientes e funcionários mal intencionados são Perecíveis (2,91%), Açougue (2,24%) e Frutas, Legumes e Verduras (4,22%).

A avaliação mostrou ainda que as tecnologias mais utilizadas para prevenir os prejuízos com as perdas são o circuito interno de TV (CFTV) e os alarmes de acesso, com índices de 40,7% e 31,3%, respectivamente.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

20% DOS BRASILEIROS REDUZIRAM A ALIMENTAÇÃO FORA DE CASA


A queda da confiança do consumidor brasileiro, de 112 para 110 pontos, no primeiro semestre do ano, de acordo com a Nielsen, reflete um cenário que impacta diretamente os diversos setores da economia, e claro, os varejistas não estariam de fora. Para os que atuam na área de alimentação outro dado preocupa. Ainda segunda a empresa de pesquisa, 19% dos consumidores brasileiros reduziram as refeições fora de casa para diminuir as despesas domésticas.

Diante de tais mudanças de hábito, a estratégia é usar a criatividade para atrair e manter os clientes. E assim fez o restaurante Viena que, em parceria com a Salton, durante o mês de agosto, em comemoração ao dia dos pais, oferece uma segunda garrafa de vinho aos clientes que já solicitarem uma para a refeição.  E para potencializar as vendas a ação não se restringe ao fim de semana do dia dos pais, permanece até o dia 31 de agosto.

Mas nem sempre o diferencial é com brindes. Com o crescimento do consumo por “sofisticação”, principalmente das classes média e baixa, o Spoleto lançou o conceito de democratização da gastronomia, que traz produtos importados a preços mais acessíveis. Eduardo Ourivio, vice-presidente do Grupo Trigo, gestor do Spoleto, esclarece que para tal ação foram realizadas visitas em três fábricas na Itália para viabilizar os pratos com presunto cru da cidade de Parma. Os preços variam entre R$13,90 e R$20,90.

Outro exemplo é para quem gosta de utilizar a estratégia do tradicional desconto. A rede de delivery e restaurantes especializada em comida chinesa, China House, percebeu que o custo da alimentação fora do lar pesou no bolso dos consumidores e lançou uma ação que comercializa de segunda a sexta-feira, das 11h às 15h, pratos com desconto. “Os valores dos nossos pratos econômicos são até 35% mais baratos em relação ao cardápio tradicional da rede e deve aumentar entre 20% e 30% as vendas nas 16 lojas”, pontua o fundador e diretor de franquias da rede, Jorge Torres.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

APESAR DE MAIS CAUTELOSOS, BRASILEIROS NÃO ABREM MÃO DE ROUPAS NOVAS, VIAGENS E MELHORIAS NO LAR


De acordo com a pesquisa Global de Confiança do Consumidor do 2º Trimestre deste ano, realizada pela Nielsen, apesar de 39% da população ter a intenção de pagar dívidas, cartão de crédito e empréstimo, a decisão de gastar com roupas novas, viagens e melhorias para o lar cresceu, respectivamente, de 30% para 33%; de 19% para 20% e de 14% para 17% do primeiro para o segundo trimestre de 2013.  “Tais tendências de consumo dão um fôlego na perspectiva da economia, já que na contrapartida a confiança do consumidor brasileiro caiu dois pontos, atingindo 110”, pontua Claudio Czarnobai, gerente de atendimento da Nielsen.


O executivo esclarece que a população está mais cautelosa, mas isso não significa que deixarão de comprar itens que saia do consumo básico. Apesar de ter crescido o percentual das pessoas que acreditam que o Brasil esteja em recessão, de 37% para 41%, a grande maioria não possui tal percepção. Prova disso, é o tema “economia” estar entre as três principais preocupações entre os países latinos. Já no Brasil, questões como saúde, equilíbrio entre a vida profissional e pessoal além da criminalidade são as três principais preocupações, economia está na quinta posição, atrás ainda da educação e sustento dos filhos.

Além disso, 58% dos brasileiros consideram boas as perspectivas de emprego para os próximos 12 meses e 10% consideram excelentes. “Mesmo com as possibilidades de inflação e as perspectivas para o PIB, jogadas para baixo a cada semana, o brasileiro ainda se mantém como um dos mais otimistas da América Latina, mas os números já provam que estão todos bem atentos com os caminhos da economia”, finaliza Czarnobai.