quarta-feira, 11 de setembro de 2013

PROJETO DO INSTITUTO AKATU PROMOVE CONSUMO CONSCIENTE

Utilizando a tecnologia da informação como ferramenta para a promoção da educação, o Instituto Akatu inova ao lançar o projeto Edukatu, a primeira rede de aprendizagem para o consumo consciente e a sustentabilidade. Voltada para alunos e professores, a rede pretende incentivar a troca de conhecimentos e práticas sobre consumo consciente e sustentabilidade em escolas de Ensino Fundamental em todo o País.


O Edukatu é uma iniciativa do Akatu em parceria com a Braskem, líder mundial em biopolímeros, e conta com o apoio institucional do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério da Educação. O Edukatu se beneficiou dos resultados de diversos projetos educativos realizados anteriormente pelo Akatu, com o apoio da própria Braskem, da HP e da Mondelez Brasil. A partir de seu lançamento, contará também com o apoio da Fundação Cargill para o desenvolvimento de novos conteúdos.

A plataforma online do Edukatu (www.edukatu.org.br) é dividida em três blocos: o “Na Mochila”, com conteúdo de referência sobre consumo consciente; o “Circuito”, bloco de navegação guiada, com games e atividades lúdicas; e a “Rede”, espaço onde alunos e professores se encontram para fazer contato e compartilhar experiências, e que contará com a participação de um mediador do Akatu para tirar dúvidas e dar dicas aos participantes.

“Práticas conscientes não podem ser impostas. Por isso, o projeto conta com uma plataforma totalmente interativa. A ideia é não ter um aprendizado unidirecional, e sim, proporcionar a troca de informações e experiências com professores, alunos e escolas”, avalia Helio Mattar, diretor-presidente do Akatu. Para ele, essa abordagem destaca a internet e as tecnologias de comunicação como meios fundamentais para estimular a constante troca de informações e o aprendizado contínuo a partir do ambiente escolar.

A proposta do Edukatu é que cada participante da rede seja um multiplicador do que aprende e compartilha nesse espaço, ampliando, de forma colaborativa, o debate sobre consumo consciente e sustentabilidade, e intervindo diretamente em seu cotidiano e nas práticas diárias daqueles que o cercam. “O Edukatu tem como missão contribuir para o desenvolvimento de uma comunidade de engajamento contínuo em favor do consumo consciente”, complementa.

“Ser parceiro do Akatu neste projeto é uma forma da Braskem contribuir no desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável. O intuito é promover a mudança do ato de consumo. Refletir sobre o impacto do produto desde a produção, passando pelo uso, até o descarte, é responsabilidade de cada um de nós e é uma atitude que certamente transformará nosso mundo”, afirma André Leal, líder de Responsabilidade Social da Braskem.

O projeto foi desenvolvido por meio de um processo colaborativo, que envolveu especialistas em educação, consumo consciente, sustentabilidade, comunicação e cultura digital. No primeiro semestre deste ano foi realizada uma fase piloto, que contou com a participação de 16 escolas públicas de todas as regiões do Brasil, somando 400 inscritos. Em muitas escolas, o projeto saiu das salas de aula e envolveu a comunidade escolar e os pais dos alunos no debate sobre o consumo consciente.

Consumo consciente no currículo - A integração dos conceitos e práticas de consumo consciente nas diversas matérias do currículo escolar é um objetivo que o Instituto Akatu busca desde o início de suas atividades, em 2001. “Já realizamos campanhas e outros projetos educativos, sempre motivados por uma proposta maior, que é a inclusão do consumo consciente na educação formal, como tema transversal que pode ser trabalhado em diversas disciplinas do currículo em todas as escolas”, comenta Silvia Sá, Gerente de Educação do Akatu.

Umas das principais conclusões dos líderes presentes na Rio+20, realizada no ano passado, é que a educação para consumo consciente e para a sustentabilidade é um dos meios mais poderosos para se alcançar o desenvolvimento sustentável. A Política Nacional de Educação Ambiental, assim como o Plano Brasileiro de Produção e Consumo Sustentáveis também apontam para a importância da educação para o consumo nas escolas. “O Edukatu é um passo para que esse objetivo seja alcançado. Queremos que o Edukatu frutifique, resulte em boas alternativas ao consumismo vazio e insustentável e contribua para a construção de uma sociedade melhor para nós mesmos, nossos filhos e nossos netos”, afirma Mattar

terça-feira, 10 de setembro de 2013

VAREJO ESPERA RECUPERAÇÃO DAS VENDAS EM SETEMBRO E OUTUBRO


Para os próximos dois meses, as projeções do IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas), estudo realizado mensalmente com os associados do IDV, são otimistas. Para setembro e outubro os indicadores indicam altas de 7,2% e 8,7%, respectivamente, sempre em comparação com os mesmos períodos do ano passado.

O varejo de não duráveis, que corresponde pelas vendas de alimentos, entre outros, apontou estabilidade em níveis baixos em julho e agosto e forte recuperação a partir de setembro. Houve alta de apenas 1% no mês passado, na comparação com o mesmo período de 2012. Para agosto, a previsão é de um aumento de apenas 2,1%. Já para os meses seguintes, os associados estimam taxas de crescimento em aceleração: 5,4% e 8,6%, respectivamente. Vale ressaltar que o desempenho desta categoria tem o maior peso nas medições do IAV-IDV, bem como do IBGE, e contribui historicamente entre 40% e 50% de participação no índice da Pesquisa Mensal do Comércio calculado por este órgão do governo.

Já o setor de bens semiduráveis, que inclui vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, foi o grupo com desempenho mais constante no período. Os associados apontaram alta de 10% das vendas de julho e estimam crescimento de 9,7% em agosto, 10,1% em setembro e 11% em outubro.

Apesar do retorno gradual das alíquotas originais do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para linha branca e móveis, os associados estimam que o segmento de bens-duráveis retome taxas significativas de crescimento, com alta de 7,9% em agosto, 7,7% em setembro e 7,2% em outubro. No mês passado, a alta também foi de 7,9%.

Para o presidente do IDV, Flávio Rocha, nos resultados registrados em julho, a desaceleração da inflação dos alimentos e transportes, motivada pelas manifestações populares, e a manutenção dos níveis de emprego e renda contribuíram para a recuperação do índice global IAV-IDV. "Além disso, as projeções dos analistas de mercado sofreram leve queda e estimam uma expansão de 2,21% para o PIB de 2013 e 2,5% para 2014. Da mesma forma, do lado dos preços, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) segue praticamente inalterado, com leve queda em relação à previsão anterior: 5,74% em 2013 e 5,85% em 2014", comenta Rocha.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

CLIENTES E LOJISTAS DRIBLAM REGRAS DO MINHA CASA MELHOR


Mais de dois meses depois de ganhar das mãos da presidente Dilma Rousseff o primeiro cartão do Minha Casa Melhor, Cleane Lopes, que está desempregada e recebendo seguro-desemprego, foi às compras em Caldas Novas (GO), acompanhada do marido Pascoal Teles, recepcionista em um hotel da cidade famosa pelas águas termais.

Com R$ 5 mil de crédito, o casal adquiriu, de uma tacada só, para a sala, um home theater (R$ 999), uma TV digital (R$ 1.399) e um rack com painel (R$ 798). Para a cozinha, eles compraram uma mesa com seis cadeiras (R$ 1.190) e para o quarto, a cabeceira da cama com dois criados-mudos (R$ 399). Levaram também um microsystem (R$ 159) para as duas filhas e ficaram com um saldo de apenas R$ 56 no cartão.

Assim como a família de Cleane, que posou ao lado da presidente na cerimônia de lançamento do programa, em junho, outros beneficiários do programa habitacional Minha Casa Minha Vida conseguiram driblar as regras rígidas impostas pelo governo nessa linha de financiamento e compraram produtos não contemplados na cesta determinada pela equipe econômica ou cujos preços extrapolam o limite estabelecido para cada item.

Limites
Segundo as regras do Minha Casa Melhor, cada mutuário recebe um cartão magnético da Caixa Econômica Federal com um limite de R$ 5 mil para serem gastos na compra dos dez tipos de produtos, que podem ser parcelados em até 48 meses a juros de 5% ao ano - cinco vezes menores que as taxas médias cobradas pelos bancos para clientes comuns.

No entanto, esse crédito não pode ser gasto da maneira que a família quiser. Para que o programa estimulasse segmentos industriais diferentes, o governo estipulou um valor máximo para o preço de cada mercadoria - que varia de R$ 300 para uma mesa com cadeiras a R$ 1,4 mil para uma TV digital.

Na prática, porém, os beneficiários do programa contam com a ajuda dos lojistas, que "facilitam" as negociações para burlar as imposições. A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo fez uma pesquisa entre os estabelecimentos comerciais credenciados pela Caixa Econômica Federal em Brasília, em São Paulo e no Rio de Janeiro e conseguiu a garantia dos vendedores que poderia comprar com o cartão Minha Casa Melhor produtos que não estão na lista e cujos valores são superiores ao que o governo fixou nas regras.

Na segunda-feira, 2, ao comemorar que o montante de recursos contratados pelo programa ultrapassou R$ 1 bilhão, Dilma prometeu, no programa de rádio semanal Café com a Presidenta, que vai incluir pelo menos mais dois itens entre as opções que os mutuários podem comprar. São eles, o forno de micro-ondas e armário de cozinha. Na realidade, basta uma pequena pesquisa para verificar que os lojistas já aceitam vender esses dois produtos pelo cartão do programa.

Cozinha
Lojas de móveis planejados credenciadas pela Caixa Econômica Federal nas três capitais aceitam montar uma cozinha inteira no cartão por R$ 5 mil. Se o valor do serviço superar o limite do programa Minha Casa Melhor, é possível, segundo os vendedores, que o mutuário pague a diferença em dinheiro ou com outro cartão, embora a complementação do pagamento seja proibida pelas regras do programa.

Um guarda-roupa sugerido pelo programa tem limite de preço de R$ 380 ao passo que um modelo planejado não sai por menos de R$ 3 mil. Para aplacar a tradicional seca da capital federal, lojistas de Brasília vendem pelo cartão até purificador de água e ar-condicionado.

Os vendedores garantem que já fizeram essas vendas pelo cartão. "É fácil: para a Caixa, a gente divide esse valor e coloca outros produtos", explica um deles. No Rio de Janeiro, a Caixa credenciou uma loja de materiais de construção, que oferece produtos que vão de piso a vaso sanitário para os beneficiários do programa.

Quando a reportagem questiona se é possível comprar o que quiser com o cartão Minha Casa Melhor, o vendedor explica: "É complicado falar isso pelo telefone, mas pode vir aqui que damos um jeito. Garanto que você vai sair com o produto que quiser, independentemente do valor. Já fizemos ótimos negócios para quem o cartão". 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Agência Estado)

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

VENDAS EM MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO E SUPERMERCADOS SE DESTACAM EM AGOSTO


De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o movimento dos consumidores nas lojas em agosto/13 avançou 0,2% na comparação com o mês imediatamente anterior, já efetuados os devidos ajustes sazonais, repetindo o mesmo ritmo de avanço de julho/13.

Os segmentos que experimentaram os maiores crescimentos em agosto/13 foram o de material de construção (+1,7%) e o de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (+1,6%). Também houve avanço, embora mais modestos, nos segmentos de combustíveis e lubrificantes (+0,3%) e no de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática (+0,5%). Já outros segmentos apresentaram recuos no período, como as lojas de veículos, motos e peças (-0,6%) e, principalmente, o setor de tecidos, vestuário, calçados e acessórios (-3,4%).

Segundo os economistas da Serasa Experian, a redução dos preços dos alimentos, movimento diverso daquele que foi observado nos meses iniciais de 2013, contribuiu para alavancar o movimento do segmento de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas em agosto/13. Por outro lado, a escalada do dólar e o aumento dos juros, combinados com menor grau de confiança dos consumidores, impactou negativamente o movimento de segmentos movidos a crédito em agosto/13, como o de veículos, motos e peças e o de móveis, eletroeletrônicos e informáticas, os quais recuaram 5,7% e 4,9%, respectivamente, em relação a agosto de 2012.

No acumulado dos primeiros oito meses do ano, a atividade do comércio fechou com alta de 5,7%, puxada por variações positivas dos segmentos de combustíveis e lubrificantes (6,6%) e de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (5,8%). O segmento de móveis, eletroeletrônicos e informática acumulou alta de 4,5% neste mesmo período e o de tecidos, vestuário, calçados e acessórios terminou os primeiros oito meses do ano com desempenho de 3,2%. Por fim os segmentos de veículos, motos e peças e de material de construção exibiram expansões de 2,4% e 2,1%, respectivamente, no período.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

SAMSUNG INAUGURA MAIS UMA LOJA EM SÃO PAULO


Inaugurando hoje sua primeira loja no Shopping Vila Olímpia, reforço da estratégia de expansão na região sul da capital paulista, a Samsung amplia sua presença em 12 diferentes estados nos quais a companhia tem lojas próprias: São Paulo, Bahia, Paraná, Ceará, Espírito Santo, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. O Amazonas, agora com a sua segunda loja, chega ao mesmo número de unidades do Maranhão e do Pará, além de três unidades existentes no Distrito Federal.

“Hoje já são 44 unidades e, com a inauguração da loja no Shopping Vila Olímpia, temos agora a 45ª franquia, que reforça a presença na região sudeste, uma praça estratégica para a companhia”, afirma Demétrius Oliveira, diretor do canal de lojas próprias da Samsung no Brasil. “O objetivo das lojas, além de ser um canal de vendas com caráter mais consultivo, é ser mais um meio de comunicação com o público consumidor de tecnologia. Queremos atender o consumidor de forma cada vez mais personalizada, entendendo suas necessidades e oferecendo o melhor produto”, completa o executivo.



Portfólio - O espaço no Shopping Vila Olímpia traz todo o portfólio móvel da empresa, o que contempla smartphones, celulares, tablets, notebooks e câmeras digitais. Todos esses produtos estarão à disposição do consumidor para experimentação e compra – inclusive o Galaxy S4, mais novo e revolucionário equipamento da marca.

“A experiência de compra de equipamentos tecnológicos deixará de ser algo impessoal e ganhará um caráter mais assertivo e direcionado ao verdadeiro desejo do usuário”, reforça Demétrius. “Os clientes terão a oportunidade de aprender como tirar o melhor proveito de todas as funcionalidades dos aparelhos”, encerra.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

EVENTO APRESENTA TENDÊNCIAS DE FARMA E PERFUMARIA


Exclusiva para proprietários e gestores de perfumarias e drogarias, a 2a edição do Fórum de Negócios Beauty Fair traçará um panorama sobre as principais tendências do segmento.

Nesta edição, que tem a coordenação de conteúdo realizada pela Gouvêa de Souza, o coordenador de operações especiais do BOPE, Paulo Storani, vai mostrar como construir uma equipe de sucesso, em um painel que tratará somente sobre a importância do fator humano para a estratégia do negócio.

Durante o evento, também será apresentado um resumo dos resultados da pesquisa exclusiva que a Nielsen fez para a Beauty Fair sobre hábitos de consumo. Além disso, duas pesquisas da Nielsen, uma denominada Homescan (domicílios)  feito com 8 mil famílias, e a outra Scantrack, com canais de venda, trarão uma visão do shopper de higiene e beleza em relação aos diferentes locais de compra. Os resultados vão revelar como está esse mercado no Brasil, que categorias de produto e canais se destacam, qual é a percepção do shopper sobre cada um deles, os gastos mensais nesse segmento, como se dá o processo de compra, quem é o shopper, e como estão as perfumarias nesse cenário. A pesquisa foi realizada nos Estados de SP, RJ, PE, RS, o que dá uma percepção nacional sobre o comportamento de compra.

Outros assuntos abordados durante as palestras são estratégias para a escolha do ponto comercial e a importância do design, além de cases de sucesso. Um deles é o da Livraria Cultura. O CEO da empresa, Sérgio Herz, vai tratar sobre como otimizar o ponto de venda para a melhor experiência do consumidor. Já Caito Maia, fundador e CEO da Chilli Beans, contará detalhes sobre trajetória de empreendedorismo da marca. 

Mais informações: http://www.beautyfair.com.br/ 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

CONFIANÇA DOS COMERCIANTES PAULISTAS CAI, MAS SEM PESSIMISMO


O IFECAP – Índice FECAP de Expectativas nos Negócios registrou em agosto 119,79 pontos na série com ajuste sazonal, o que representa uma queda de 0,7% quando comparado ao mês anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, o índice acumula retração de 3,7%.

Apesar de uma avaliação positiva para a situação atual dos negócios, a recente desvalorização do real e o ambiente macroeconômico nacional ainda instável minaram as expectativas dos comerciantes para o próximo trimestre, gerando um resultado líquido negativo para o IFECAP de agosto.

As expectativas para o próximo trimestre, captadas pelo Índice-Futuro, apresentaram queda de 6,6%, com 131,17 pontos na série com ajuste sazonal. Houve redução tanto no Índice-Futuro Vendas (-3,5%) quanto no Índice-Futuro Encomendas (-9,7%). Na comparação com o mesmo período do ano passado, o Índice-Futuro apresentou queda de 5,3%.

Por porte da empresa, as expectativas pioraram em relação ao mês anterior entre as grandes, médias e micro empresas e melhoraram entre as pequenas empresas. Do ponto de vista regional, as expectativas caíram na capital e subiram no interior.

Para Jean Makdissi Jr. proprietário da Íntima Store, localizada no bairro do Brás, na capital paulista, o índice realmente reflete a realidade do dia a dia dos comerciantes paulistas e o “principal motivo é a condução política e econômica do governo federal que não atua na fonte da sangria que é o excesso e os maus de gastos do custeio público e acaba por fechar as contas não fazendo os investimento necessários”, pontua o comerciante.   

Entretanto o pessimismo passa longe das portas comerciais. Ao contrário, segundo Jean agora é época de incentivar promoções e liquidações e o mais importante é manter as lojas abastecidas com boas e atraentes coleções, para encantar e incentivar o consumidor a comprar.