quinta-feira, 29 de agosto de 2013

MINAS GERAIS SE DESTACA NO SEGMENTO DE FRANQUIAS

A Pesquisa Monitor Econômico, realizada pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), aponta que o PIB do estado mineiro deve crescer 3,3%, cerca de 1% a mais do que o índice brasileiro. Por isso, Minas Gerais chama cada vez mais a atenção das empresas franqueadoras, que esperam abrir novas franquias na região. Veja abaixo como oito delas - todas membros da Associação Brasileira de Franchising (ABF) – pretende atuar na região.

A Água Doce – rede com mais de cem restaurantes distribuídos em dez estados e no Distrito Federal – já tem franqueados em diversas cidades do estado de Minas Gerais: Pouso Alegre, Uberlândia, Varginha, Frutal, Juiz de Fora e Poços de Caldas. No entanto, a franqueadora – a melhor do Brasil, segundo a Associação Brasileira de Franchising - avalia que ainda há espaço para crescimento da rede no estado. “Temos uma marca muito fortalecida em Minas Gerais. Temos muitas cachaças de rótulos mineiros e nosso cardápio tem delícias da culinária tipicamente brasileira. E quando se fala em culinária brasileira, uma das referências mais fortes é a culinária mineira. Então o público do estado se identifica com a Água Doce”, afirma Julio Bertolucci, gerente de expansão da marca. Do ranking de cem cachaças que a Água Doce comercializa, 70 vêm do estado. Além disso, a franquia de Varginha, por exemplo, é uma das que mais promove ações sociais e solidárias, o que consolida a marca na região.
Sobre o projeto de ampliar ainda mais a presença da Água Doce no estado mineiro, Bertolucci dá detalhes: “Queremos abrir franquias em cidades como Sete Lagoas, Patos de Minas, Formiga e Uberaba, além da capital, Belo Horizonte”, afirma. O investimento para quem quer ser um franqueado Água Doce é a partir de R$ 450 mil.

A Restaura Jeans – rede composta por mais de 200 lojas que oferecem um mix completo de serviços para cuidar de toda a roupa, do tingimento à renovação e customização de peças, inclusive em couro – vê muitas possibilidades de crescimento da marca no mercado mineiro. A rede está no mercado mineiro há dez anos e conta com cinco lojas - duas na capital Belo Horizonte, uma em Pouso Alegre e duas em Uberlândia. “Essa maturidade do negócio é fundamental para a credibilidade da marca no mercado. Somos muito conhecidos e bem aceitos na região”, afirma Ramon Guedes, gerente de operações da rede. O estado de Minas Gerais voltou a ser prioridade nos planos de expansão da marca, entre outras razões, porque a renda per capita da população mineira sofreu um importante incremento nos últimos cinco anos, o que impulsiona os gastos com a terceirização de lavanderia, por exemplo. “Na nossa avaliação, ainda temos espaço para 25 novas lojas no estado, quatro delas só em Belo Horizonte. Planejamos atingir essa meta até 2015”, informa Guedes. As prioridades são as cidades de Montes Claros, Contagem, Poços de Caldas e Uberaba.

Para a Mr. Limp – empresa que atua não só na limpeza pós-reforma, mas também em outras áreas que necessitam de limpeza profunda, como cozinhas industriais e tratamentos de pisos e telhados, tudo com respeito ao meio ambiente – o estado de Minas Gerais é estratégico. “O Estado é um microcosmo do país”, acredita Marcelo Gurgel da Costa, diretor de expansão da Mr. Limp.
A marca já tem 17 franquias em 15 cidades mineiras, mas a intenção é chegar a 90 unidades até 2014. Cidades como Belo Horizonte, Ipatinga, Governador Valadares, Itajubá, Três Corações e Varginha estão nos planos da empresa. “O estado é rico, um dos que tem maior número de municípios e uma localização estratégica em termos de logística”, pondera o diretor. Outro fator que motiva o crescimento da rede no Estado é que uma das construtoras mineiras que participa do Programa Minha Casa, Minha Vida é cliente da Mr. Limp, o que garante boas perspectivas para o futuro. Por ser uma microfranquia, o investimento aproximado inicial é de R$ 60 mil. “Como não há necessidade de um ponto comercial em shopping ou em locais nobres, isso red uz consideravelmente o investimento”, explica o diretor de expansão.

A Di Vetro – rede de lojas oriunda de Curitiba, que oferece perfumes e cosméticos finos importados com preços competitivos – tem muito interesse no mercado mineiro. " “O que chama a atenção da nossa rede é justamente o poder de compra dos consumidores mineiros, aliado ao fato de que a fidelização torna-se muito mais fácil se o cliente conhece e gosta dos produtos que consome e do atendimento que recebe – algo fundamental na área de perfumes finos”, diz a franqueadora Celi Lobo. Entretanto, devido às caracteristicas peculiares desse mercado, a estratégia da rede é crescer de forma sólida, abrindo lojas em locais onde a demanda é realmente comprovada. O investimento para abrir uma franquia da Di Vetro é a partir de R$ 345 mil, com uma vantagem que a própria Celi aponta: “Nosso negócio, no mercado de franquia, não tem concorrência direta”. A Di Vetro oferece todo o suporte para o franqueado, que vai desde compras até consultoria de campo. Negocia diretamente com importadores para oferecer, ao franqueado, perfumes conhecidos internacionalmente a preços diferenciados.

A Anjos Colchões – uma das empresas do Grupo Anjos do Brasil, que fabrica e vende colchões de alto padrão – sabe que o mercado mineiro é exigente. “É preciso conquistar a confiança do consumidor aos poucos, por isso, nossa estratégia é expandir as franquias, na região, por indicação”, esclarece o franqueador Claudinei dos Anjos. A marca planeja ter 15 lojas em Minas Gerais até o fim de 2014 – a primeira já está instalada em Uberaba – em cidades como Belo Horizonte, Contagem, Betim, Juiz de Fora, Montes Claros, Ribeirão das Neves, Governador Valadares, Ipatinga, Sete Lagoas, Poços de Caldas, Patos de Minas, Pouso Alegre, Itabira, Araxá, Viçosa, Três Corações e Ouro Preto, entre outras. Para tanto, já funciona em São Paulo uma fábrica própria da marca, para facilitar a distribuição dos colchões para a região. “Minas Gerais é um estado importante, que oferece visibilidade para que possamos expandir para outros estados”, avalia o franqueador. A partir de um investimento de R$ 65 mil já é possível abrir uma franquia da Anjos Colchões.

A WSI – We Simplify the Internet –, empresa canadense que é líder mundial em marketing digital e que, no Brasil, expande-se por meio de franquias - também considera a região de Minas Gerais estratégica. “A economia do estado é bastante diversificada. Minas é um polo de negócios; é o terceiro estado mais importante da federação e pode abrigar 20 franquias da WSI”, considera o general manager da máster franquia brasileira da WSI, Marcos Paulo Perfeito. Ele cita como exemplo desse potencial o fato de empresas de tecnologia, como o Google, por exemplo, terem escritórios e negócios na região. Para expandir os negócios, a WSI usa as próprias ferramentas de marketing digital que oferece aos clientes. “Muitas oportunidades de negócios v&ec irc;m de redes como o LinkedIn, o que demonstra que nosso negócio é eficaz”, pondera. Numa franquia WSI, investem-se entre US$ 50 mil e US$ 70 mil.

A Lig-Lig – rede especialista em culinária chinesa adaptada ao paladar brasileiro – vê em Minas Gerais uma região com muito potencial de crescimento. “Nossa estratégia é realizar estudos para identificar a quantidade de descendentes de orientais em cada cidade mineira, e começar a expansão nos locais onde eles se concentram”, revela Marco Sanches, diretor executivo da rede. Ele cita, dentre as cidades que têm potencial para receber franquias Lig-Lig - não apenas pela concentração de orientais, mas também pelo potencial econômico - Belo Horizonte, Uberlândia, Uberaba, Contagem, Juiz de Fora, Betim, Montes Claros, Ribeirão das Neves, Governador Valadares e Ipatinga. “Os mineiros são um povo acolhedor e a aceitação da gastronomia oriental entre os brasileiros é algo já consolidado”, avalia. O investimento inicial em uma loja Lig-Lig é de R$ 290 mil a R$ 320 mil.

A Mais Educa – rede de franquias que oferece cursos interativos online sobre temas de interesse geral, como educação financeira, vendas, marketing, empreendedorismo e motivação, e que usa como base livros best sellers para elaborar os cursos que oferece – acredita que o conceito diferente de seu negócio pode fazer com que ele tenha receptividade na região de Minas Gerais. A franqueadora lança cerca de dois novos cursos por mês e permite que os alunos os realizem em casa ou na sede de suas franquias. Por trabalhar com uma comunicação feita regionalmente, que privilegia as especificidades de cada local onde as franquias estão instaladas, a Mais Educa acredita que há um grande potencial de crescimento no Estado de Minas Gerais. “Não cobramos taxa de publicidade, pois a franqueadora assume a divulgação nacional da rede, enquanto que o franqueado se foca na divulgação regional”, explica o franqueador João Cristofolini. Para investir em uma microfranquia da Mais Educa, o valor inicial é de R$ 35 mil.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

EM AÇÃO DE CONSCIENTIZAÇÃO, REDE SAVEGNAGO SIMULA REALIDADE DOS IDOSOS NOS SUPERMERCADOS


Os consumidores que passarem pela loja 17 da Rede Savegnago de Supermercados, situada em Ribeirão Preto na Rua Henrique Dumont nº 745, durante a manhã de hoje (28/08), poderão vivenciar na pele quais são as principais dificuldades sentidas pelos idosos quando vão a um supermercado. 

Realizada apenas em algumas capitais brasileiras e inédita no interior do estado de São Paulo, a simulação que acontece entre 10h e 12h consistirá em disponibilizar para as pessoas mais jovens alguns acessórios que dificultarão várias situações durante a compra. Um deles são óculos que implicarão a visibilidade e luvas que comprometem a firmeza das mãos. “Escolhemos a loja 17, pois ela apresenta maior movimentação da população idosa”, explica Valdir Ribeiro, gerente de Trade-MKT da rede Savegnago.

Além de fazer com que os consumidores mais jovens vivenciem a realidade da terceira idade nos supermercados, Valdir conta que a rede viu na simulação uma oportunidade dos idosos exporem as suas principais dificuldades e, com isso, despertar nas outras pessoas a conscientização e auxiliá-los quando precisar de ajuda como, por exemplo, enxergar o preço de um produto. “Nosso objetivo é também aprimorar cada vez mais o nosso atendimento e condicionar a exposição dos produtos de modo que facilite as compras para essa parcela da população, que mesmo com a idade um pouco mais avançada ainda tem uma vida ativa”, acrescenta Valdir.

Para a realização da simulação, a rede Savegnago de Supermercados conta com a parceria do fornecedor Kimberly-Clark, empresa que atua no segmento de produtos para higiene e bem-estar.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

CONSUMO VOLTA A CRESCER MESMO COM OTIMISMO DO BRASILEIRO NO MAIS BAIXO ÍNDICE DOS ÚLTIMOS ANOS


O início de 2013 começou tímido quanto ao consumo dos bens não duráveis - alimentos, bebidas, limpeza do lar e higiene pessoal. Contudo, ao fechar o primeiro semestre, os resultados marcam a retomada do crescimento em volume de produtos adquiridos pelos brasileiros. De qualquer forma, as classes mais baixas - mais sensíveis ao aumento de preços - continuam com o pé no freio e esse crescimento em quantidade foi alavancado principalmente pelas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e interior do Rio de Janeiro. As demais regiões do país tendem para a estabilidade, conforme aponta a Kantar Worldpanel.

Apesar do retorno do crescimento em unidades no primeiro semestre de 2013 ainda ser sutil, representando um acréscimo de 2% ao registrado no mesmo período do ano anterior, já é o maior índice desde o final de 2011. No ano passado, a movimentação do consumo registrou queda ou percentuais próximos à estabilidade. “Observamos que, em 2011, as compras das classes D e E foram as responsáveis por manter essa estabilidade e impedir uma queda brusca no consumo. Contudo, essa situação se inverteu no primeiro semestre deste ano. Esse recuo das classes mais baixas, principalmente devido ao aumento de preços, foi o que impediu um retorno mais acentuado do crescimento do volume de bens não duráveis adquiridos”, explica Christine Pereira, Diretora Comercial da Kantar Worldpanel no Brasil.

Diferentes comportamentos em diferentes regiões
 
O estudo da Kantar Worldpanel identifica que no primeiro semestre de 2013, quem alavancou o crescimento do consumo foram algumas regiões específicas do país. São as regiões Norte e Nordeste, que juntas cresceram 5% em volume, a região Centro-Oeste, com aumento de 3%, e a área que une os estados de Minas Gerais, Espírito Santo e interior do Rio de Janeiro que apresentou o maior índice registrado, elevando o consumo em 7%. Todas as demais regiões registraram estabilidade no volume de bens não duráveis adquiridos.

Quando analisadas as visitas ao ponto de venda em cada uma das regiões, o destaque fica com o interior do estado de São Paulo. Esta foi a única região do Brasil que registrou crescimento em número de ocasiões de compra nesse período, elevando em duas vezes sua ida ao varejo. O restante do país reduziu suas visitas ao ponto de venda no primeiro semestre do ano

Sofisticação do consumo

A tendência de buscar meios de manter suas conquistas e de adquirir produtos mais sofisticados no carrinho de compras se confirma também na primeira metade de 2013. No ano passado, o destaque foi a entrada das categorias não básicas na cesta das classes mais baixas e seu crescimento frente à estabilidade ou queda dos produtos básicos. Agora, o destaque é a classe C, que retoma o crescimento principalmente entre os produtos com benefícios adicionais agregados.


Conforme explica a diretora Comercial, o consumidor não abre mão de suas conquistas. “Ao incluir um produto mais sofisticado em seu carrinho de compras, algo considerado mais aspiracional, o consumidor não quer mais deixar de tê-lo em sua despensa. Para que esse produto continue cabendo no orçamento familiar, a alternativa é ir menos vezes às compras e até reduzir em volume as categorias mais básicas, como é o caso das Classes D e E.”, pontua.

Hipermercados recuperam consumidores

Em 2012, os hipermercados sentiram muito a desaceleração do consumo de bens não duráveis e tiveram uma queda de 15% do valor desembolsado pelos consumidores na aquisição de produtos para abastecimento do lar. Nesse mesmo período, o destaque ficou com o crescimento dos atacados, que receberam 26% mais em valor gasto. Já no início de 2013 o atacado continua a crescer, embora os hipermercados tenham apresentado recuperação e já registram um crescimento em valor de cerca de 13%, em volume + 23% e em penetração de 4 pontos percentuais. O maior ticket médio ainda é no atacado, que atinge o valor de R$ 62,33 por compra.

Otimismo com a situação do país apresenta queda brusca

Há alguns anos os índices para as duas frentes (pessoal e Brasil) registravam índices altíssimos de otimismo. Em 2012, 83% acreditavam que sua situação pessoal tinha perspectivas melhores e 78% confiavam que o Brasil teria um cenário mais favorável.

Em 2013, um fenômeno refletido direto pelas manifestações populares que o Brasil acompanhou, onde a população fazia uma série de reivindicações, marcou uma queda brutal em como o brasileiro vê sua nação. Apenas 39% têm esperança de um melhor momento, o que corresponde a um declínio de 39 pontos percentuais. No entanto, apesar de uma movimentação descendente muito tímida, o otimismo com a situação pessoal continua em alta, sendo a realidade de 77% da população. Essas satisfação e esperança atreladas ao bom desempenho do orçamento familiar colaboram com o crescimento do consumo, mesmo com a confiança em queda.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

INTENÇÃO DE CONSUMO DAS FAMÍLIAS PAULISTANAS CAI 14% EM UM ANO


A intenção de consumo das famílias paulistanas caiu 6,3% em julho, em comparação ao mês anterior, de acordo com o índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), realizado pela FecomercioSP. Em relação a julho de 2012, o ICF retraiu 14%, registrando 122,4 pontos em julho de 2013 - segunda menor pontuação da série histórica que começou em agosto de 2009, quando apontava para o menor valor até hoje, de 120,3 pontos.

Todos os itens avaliados registram redução na comparação entre junho e julho. O item que teve maior retração foi Perspectiva de Consumo (-14,3%), seguido por Momento para Duráveis (-8,1%), Perspectiva Profissional (-5,6%), Renda Atual (-4,4%), Nível de Consumo Atual (-4,4%), Emprego Atual (-4%) e Acesso ao Crédito (-3,3%).

Na comparação anual, a redução de todos os itens foi ainda maior, com destaque para Perspectiva de Consumo, que retraiu 22,3%. De acordo com a FecomercioSP, os resultados mostram cada vez mais a redução da satisfação das condições econômicas das famílias. Além dos problemas conjunturais como inflação e endividamento em alta com crescimento baixo, que já vêm desde o início do ano, as manifestações populares iniciadas em junho podem ser consideradas como a principal pressão para o resultado negativo no mês. 

Ainda segundo a federação, o comércio em algumas regiões teve de alterar o seu horário de funcionamento nos dias de protestos, além de terem sido registradas ações de vandalismo. Isso tudo inibe o consumidor de ir às compras, principalmente as por impulso. Esse cenário explica o porquê dos dois itens relacionados ao consumo serem os que têm a pior avaliação (Nível de Consumo Atual) e o pior desempenho relativo (Perspectiva de Consumo).

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

DONA DE CASA NORDESTINA É MAIS “TENTADA” A COMPRAR NOVIDADES QUE AS DEMAIS NO BRASIL


No último ano, o consumo no Nordeste cresceu 2,4%, enquanto a média no Brasil caiu 0,5%. Nenhuma outra região atingiu tal desempenho neste período, sendo a classe média o principal motivador, com uma contribuição de 71% desse crescimento. Mas, o que mais se destaca na edição da pesquisa do Nordeste 2013 realizada pela Nielsen são os 28% das nordestinas que se sentem “tentadas” a comprar novidades, enquanto a média brasileira é de 26%. 

“Quando falamos de shoppers de grandes redes no Nordeste, 45% deles também estão mais propensos a experimentar novidades, gastando em média R$ 48,60 por compra, valor 30% maior que a média da região”, avalia Luciana Ignez, analista de mercado da Nielsen. Os novos itens colocados à disposição dos consumidores nordestinos possuem papel importante no desempenho das cestas avaliadas pela Nielsen. No último semestre de 2012 e no primeiro deste ano, nas grandes redes varejistas, 53% do crescimento em faturamento das cestas da região se deve às novidades. Apesar dos números altos, a indústria ainda tem muito espaço a explorar.

De todos os lançamentos realizados no Brasil nos últimos dois semestres, que totalizaram mais de 19 mil itens, 48% também estão no Nordeste. Entretanto, ainda de acordo com a executiva, há oportunidades para melhorar a performance das novidades na região com assertividade na distribuição, planos adequados a cada tipo de categoria e posicionamento de preços.

REVISTAS FOCADAS NO VAREJO GANHAM PRÊMIO E REFORÇAM IMPORTÂNCIA DO SETOR


O Guia Oficial de Franquias ABF 2013 e a revista Varejo, Serviços & Oportunidades, publicadas pela Editora Lamonica, foram os cases vencedores do prêmio concedido anualmente pela Associação Nacional de Editores de Publicações - ANATEC em parceria com a Garrido Marketing. As duas publicações concorreram na categoria B2B (Guia e Revista). 


Direcionado para o universo do franchising brasileiro, um dos segmentos da economia que mais cresce na atualidade, o Guia da ABF tem seus exemplares distribuídos com exclusividade para todos os visitantes da ABF Franchising Expo, maior evento do setor no país, conta com a relação completa dos expositores divididos por setor e em ordem alfabética; programação dos cursos realizados pela entidade durante o evento; mapa de localização dos expositores, entre outras reportagens de mercado. Já a revista, considerada um importante veículo para o mercado de varejo, possui matérias especiais, entrevistas, lançamentos de produtos e serviços, conta com o apoio institucional das entidades varejista e é distribuída nacionalmente nas principais bancas. 


As duas publicações foram destacadas por sua qualidade em conteúdo, produção e design. “Para nós, o reconhecimento com esta importante chancela é a consagração do empenho de toda a equipe de colaboradores, fornecedores e leitores da editora”, comemora o fundador e publisher, José Lamônica.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

INSCRIÇÃO PARA O CURSO DE VAREJO GRATUITO PARA JOVENS DE BAIXA RENDA VAI ATÉ SEXTA, 23


Até a próxima sexta-feira, dia 23 de agosto, jovens entre 18 e 20 anos, que tiverem o Ensino Médio – E.M. – completo ou forem concluintes em 2013, com renda familiar de até meio salário mínimo per capta (salário da família dividido pelo número de pessoas não pode ser superior a R$ 387,5) poderão se inscrever para o Curso de Capacitação em Varejo – Learning for Life, ou aprendendo para a vida.

O curso será realizado na ESPM de ensino e as aulas serão ministradas por seus professores. Além dos formandos receberem um certificado da faculdade, contarão com uma bolsa mensal, oferecida pela prefeitura paulistana, de R$ 350,86, a fim de custear despesas com transporte e alimentação. Durante os seis meses de curso, os alunos terão aulas duas vezes por semana, segundas e quartas-feiras, das 14h às 17h40, o que possibilita concluir o E.M. ou realizar algum trabalho nos períodos livres do curso para ajudar a complementar a renda.

Dividido entre aulas teóricas e atividades práticas, o curso inclui visitas técnicas com o objetivo de ajudar no desenvolvimento de habilidades específicas para o trabalho em supermercados, redes de farmácias, lojas de conveniência ou de departamentos, shoppings centers, grandes cadeias de moda, entre outras. Aprovado, o jovem torna-se um forte candidato a ocupar vagas oferecidas por empresas parceiras das três mentoras do projeto.

Curso de Capacitação em Varejo – Learning for Life
Prazo pré-inscrição: 23/8/13, próxima sexta-feira;
Contato: Nome completo, endereço e números de telefone fixo e celular devem ser enviados para o e-mail cursoespmvarejo@giral.com.br;
Bolsa da prefeitura: R$ 350,86 / mês;
Duração: Seis meses;
Horário: 2ª e 4ª-feiras, das 14h às 17h40;
Campus ESPM: Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana.